terça-feira, 30 de janeiro de 2024

Piso dos professores vai a R$ 3,2 mil. Em fim de carreira sobe a R$ 7,28 mil

A Prefeitura de Cerro Corá republicou, por incorreção, o reajuste do piso salarial dos professores municipais, com índice de 3,62% retroativo a 1º de janeiro. O professor em inicio de carreira terá vencimento de R$ 3.287,37 e docente em fim de carreira e mais de 25 de atividade em sala de aula vai ganhar R$ 7.289,19.

Segundo a lei aprovada na Câmara Municipal, os gastos correrão por conta dos recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação/Fundeb, através da sua cota-parte do Fundeb 70%.  

Mas havendo insuficiência de recursos na fonte financeira indicada, a administração poderá alocar recursos da cota parte do Fundeb 30%, do Fundeb/VAAT e outras fontes de receitas próprias para custeio das despesas ora majoradas. 

segunda-feira, 29 de janeiro de 2024

Siner presta esclarecimentos sobre desmobilização de canteiro de obra

A respeito das informações sobre contratações entre as empresas envolvidas na construção do  parque eólico Cajuína II, o blog  CERRO CORA NEWS recebeu, por 'e-mail', o seguinte pedido de direito de resposta: "A Siner esclarece, sobre a notícia do blog, que o contrato foi rescindido unilateralmente pela AES Brasil, determinando a imediata desmobilização do canteiro de obras".

A nota diz ainda: "A informação de que a AES Brasil fez todos os pagamentos não procede, uma vez que existem serviços executados e adicionais não pagos, os quais, inclusive, já estão sendo cobrados no foro apropriado".

Pagamento a prestadores de serviços a parque eólico está sendo quitado

O blog  CERRO CORA NEWS foi informado de que o pagamento a prestadores de serviços está ocorrendo. O atraso chegou há 30 dias. As atividades no parque eólico Cajuína II voltam à normalidade.

Prestadores de serviços bloqueiam acesso a parque eólico Cajuína II

Reclamação por falta de pagamento a fornecedores de refeições, água potável e combustível
Funcionários de parque eólico Cajuína II...

... estão sem acesso ao local de trabalho...

... em virtude de bloqueio de estrada no sítio Manjericão.

Fornecedores de bens e serviço continuam bloqueando o acesso ao parque eólico Cajuína II, situado no município de Santana do Matos, já próximo a Lajes, na região Central do Estado, por falta de pagamento pelos serviços prestados. A Empresa Planes Engenharia, com sede em Recife, uma das contratadas pela Siner, que seria a contratada da AES Brasil – responsável pela construção do parque, deixou a obra sem quitar os fornecedores.

Os débitos chegam a R$ 200 mil somente um fornecedor de Cerro Corá, mas a AES Brasil informa que já fez todos os pagamentos a Siner, e consequentemente a Planes Engenharia, sendo elas responsáveis pelos pagamentos aos fornecedores. Contudo, é esperado por parte das pessoas e empresas prejudicadas que a AES Brasil se responsabilize pelos danos causados.

Entre os prestadores de serviços estão um restaurante, em Cerro Corá e uma distribuidora de água potável de Currais Novos, posto de combustível, dentre outros. Colaboradores também reclamam que não receberam da Planes os 40% da multa rescisória.

Por causa do bloqueio, os funcionários das empresas retornaram para os alojamentos nas cidades, o acesso só era permitido aos moradores da região do sertão.

Prefeitura decide pagar 13° salário no mês de aniversário do servidor

O prefeito de Cerro Corá, Raimundo Marcelino Borges (PSDB), o "Novinho", determinou o adiantamento a título de contribuição  natalina/13° salário, a ser pago no mês de aniversário do Servidor Público Municipal. 

Segundo decreto do Executivo, aos servidores efetivos do quadro geral e aqueles que exercem função de secretários, controlador geral, tesoureiro e diretor do hospital, o adiantamento será de até 60% do valor do salário bruto.

Para os professores do quadro efetivo do município, o adiantamento será de até 50% do salário bruto.

Já os acertos contábeis dos pagamentos, deduções ou acréscimos, assim como as retenções da contribuição previdenciária e Imposto de Renda, serão realizados normalmente na parcela final do 13° salário, a ser pago até o 20 do mês de dezembro.


Executivo suspende, temporariamente, concessão de licença prêmio a servidores

Aposentadorias e tratamento de saúde causam adiamentos de licenças prêmios

Decreto do prefeito Raimundo Marcelino Borges (PSDB) suspende, temporariamente, a concessão de licença prêmio ao funcionalismo público do município de Cerro Corá, considerando que "as as recentes aposentadorias de servidores, bem como o elevado número de servidores afastados das suas funções em razão de doença laboral incapacitante".

De acordo com o decreto publicado no "Diário Oficial dos Municípios" desta segunda-feira (29), a medida também visa evitar a oneração aos cofres públicos em virtude da necessária contratação de pessoal para suprir referida lacuna no quadro funcional.

Segundo a decisão do Executivo, não são alcançados pelo ato os servidores que necessitarem servidor "se dedicar à tratamento de saúde em curso, mediante prévia e satisfatória comprovação da necessidade do afastamento e quando não se encontrar no gozo de benefício concedido pelo INSS".

Já os servidores que vierem a se aposentar sem gozar de todas as Licenças Prêmio as quais haviam adquirido o período aquisitivo, segundo o decreto, serão indenizados administrativamente quando as licenças não usufruídas, mediante a conversão da licença em pecúnia.

O decreto também estabelece que por ocasião de sua revogação, "as concessões das licenças seguirão a ordem cronológica dos requerimentos, bem como a análise concreta da real situação funcional da Secretaria na qual o servidor é vinculado, para fins de aferição acerca de possível comprometimento na regularidade do funcionamento do serviço público".

O "Diário Oficial" também traz a sanção de lei que reajusta em 6,97% o piso salarial dos servidores públicos municipais, seguindo a adoção do salário mínimo de R$ 1.412,00. 


quinta-feira, 18 de janeiro de 2024

Prefeitura de Cerro Corá investe R$ 101 mil em 13 shows no Carnaval

A Prefeitura de Cerro Corá vai investir R$ 101 mil somente na contratação de shows de13 bandas e artistas para animação do Carnaval entre 9 e 13 de fevereiro. Os maiores cachês são da banda Bruno Martins, no valor de R$ 15 mil e Som e Balanço e Júnior Petinho, contratados por R$ 12 mil.

Os outros cachês são os seguintes: Ray Porto, Júnior Bahya, Furiosa de Caicó, R$ 10 mil; Marquinhos Carrera e Banda Sakulejo, R$ 8 mil; Naldinho Cunha, R$ 7 mil; Maria Dias, R$ 6 mil; Yuri Misael, R$ 5 mil Sistema Nervoso, R$ 2.500; Geovane Soares, R$ 2 mil e Impressão Digital, R$ 2 mil.

quarta-feira, 17 de janeiro de 2024

São Tomé debate criação da unidade de conservação Serra das Araras

 A terceira sessão pública sobre unidade de conservação ocorrerá na quarta-feira (24)

Araras presentes na fauna do refúgio de vida silvestre (foto - Jorge Dantas)

O Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte (Idema) informa que realizará no município de São Tome a terceira Audiência Pública para Apresentação e Discussão da Proposta de Criação da Unidade de Conservação Estadual Refúgio de Vida Silvestre (REVIS) Serra das Araras. 

A sessão pública será na próxima quarta-feira, às 14h, na Escola Municipal Joventino Pereira de Araujo, localizada no Sítio Ingá de Santa Luzia, em São Tomé.

O Instituto convida os órgãos ambientais, entidades públicas federais, estaduais e municipais, organizações não governamentais, representantes dos setores produtivos e comunidade em geral para participarem das audiências.

O Refúgio é uma Unidade de Conservação da Natureza que está sendo criada nas Regiões do Seridó e Potengi. Em dezembro, o Instituto promoveu as primeiras audiências na Região do Seridó, nos municípios de Cerro Corá e Currais Novos.

A REVIS Serra das Araras tem o objetivo de proteger os remanescentes do Bioma Caatinga, suas belezas naturais, e garantir a sobrevivência de espécies da fauna e da flora locais, residentes ou migratórias.

Segundo o gestor do Núcleo das Unidades de Conservação – NUC/Idema, Ilton Soares, a proposta de criação do REVIS será apresentada aos participantes, e será aberta para perguntas e esclarecimentos. “A concepção desta Unidade de Conservação de Proteção Integral pretende promover o turismo ecológico, bem como diversas outras atividades, contribuindo para o avanço social, cultural e econômico da região”, explicou o gestor.

Os eventos atendem ao § 2º do artigo 22º da Lei n.º 9.985, de 18 de julho de 2000 – Sistema Nacional de Unidades de Conservação, e ao Decreto n.º 4.340, de 22 de agosto de 2002, que regulamenta a Lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza – SNUC. Dúvidas e questionamentos podem ser enviados por meio do e-mail: revisserradasararas@idema.rn.gov.br.

Serviço

Audiência Pública sobre Refúgio de Vida Silvestre Serra das Araras

Dia: 24/01/2024 (quarta-feira)

Horário: 14h

Local: Escola Joventino Pereira de Araújo, Sítio Ingá de Santa Luzia

Fonte - Idema

terça-feira, 16 de janeiro de 2024

A origem da família que dá nome e habita Várzea dos Félix

Por Itamar Pereira Júnior*

A comunidade Várzea dos Félix, localizada há 3,5 km da sede do município de Cerro Corá, há mais de um século iniciou a sua povoação com a vinda de Manoel Félix Barbosa (1854 – 1944) e da sua primeira esposa Francisca Maria da Conceição do município de Santa Cruz, de onde o casal trouxe os seguintes filhos:

Francisca Maria da Conceição, "Xixi"(1896 – 1986), que se casou com Pedro Manoel da Silva, "Pedro Grande" (1882 – 1956), não teve filhos biológicos, mas criou sua meia irmã Júlia Félix Barbosa (1923 – 2003) e o sobrinho-neto do seu esposo Laércio Pereira da Silva (1936 – 2011).

Francisca Maria da Conceição,  "Zefa Félix" (1898 - 1987) a terceira com o mesmo nome, casou-se em 03 de outubro de 1917 com Francisco Marcelino de Oliveira (1894 – 1924), e geraram os filhos: 1) José Francisco (1916 – 1998) que se casou com Maria Rodrigues de Araújo; 2) Manoel Francisco de Oliveira, "Manoel Félix (1918 – 1993), que se casou com Olindina Maria da Soledade; 3) Francisco Marcelino Filho, que se casou  com Dina Soares de Araújo; 4) Maria Francisca da Conceição, que se casou com Gerôncio Guilherme da Silva; 5) Severina Félix de Brito (1924 – 2014), que se casou com Pedro Canário de Brito.

Maria Virgem dos Prazeres (1904 -?) que se casou em 13 de novembro de 1927 com José Segundo Guedes (1903 -?) e geraram os filhos: 1) Francisca Guedes de Araújo (1926-1992) que se casou com João Segundo Guedes; 2) Manoel Guedes de Araújo (1932-?); 3) Severino Guedes de Araújo, que se casou com Maria Nazaré Tavares; 4) Terezinha Soares Guedes, que se casou com Lazáro Soares do Nascimento.

João Félix da Silva (1906 - 1987) que se casou com Maria Coleta Calazans (1919-2002).

Daurelina Félix Barbosa (Flora - 1907 – 1956), que se casou com Bevenuto e gerou muitos filhos, cujo registros não foram encontradas.

Após ficar viúvo de Francisca Maria da Conceição, Manoel Félix Barbosa contraiu segundas núpcias com Maria Leonarda da Conceição, com quem gerou 10 filhos: Josefa, Francisco, Maria, José, Juvenal, Júlia, Joana, Ana, Luiz e Severina. 

A segunda família do patriarca dos Félix foi criada no Sitio Ingá de Santa Luzia, no município de São Tomé, na região do Potengi  do Rio Grande do Norte. 

As duas comunidades irmãs Ingá e Várzea, dividem laços sanguíneos iniciados pelo patriarca Manoel Félix Barbosa, que faleceu aos 90 anos em 25 de dezembro de 1944 em São Tomé.

Além da família Félix Barbosa que por meio de matrimônios se uniu com as famílias Marcelino, Oliveira, Guedes, Soares e Pinto,  outras famílias começaram a habitar na comunidade, como a família Dantas, também conhecida por Victor do patriarca Luís Victor, a família Costa, também conhecida por Carmo do patriarca Chico Carmo, a família Vicente do patriarca José Vicente Dantas. 

*Itamar Pereira da Silva Júnior é pesquisador histórico e graduando do curso de Letras (Português) pela UFRN.

Cerrocoraense foi oradora de primeira missa de padre Talvaci Salustino

Geni Milanez lembra ordenação ocorrida na Mina Brejuí 

Geni conta passagens da ordenação do padre 
Ao compartilhar textos sobre a despedida do padre Talvaci Salustino como pastorador de fiéis católicos entre meados de 1960 e fim de 1966 em Cerro Corá, em redes sociais na Internet, alguns cerrocoraenses teceram comentários a respeito da sua presença como pároco da Igreja de São João Batista. 

O comentário que mais chama a atenção no Facebook, é da cerrocoraense Geni Milanez, 83 anos, filha do falecido cordelista e cantador de viola, José Milanez, nascido no sítio Boavista, que depois migrou para Currais Novos, onde trabalhou na mina de xilita Brejuí, situada na saída para Acari.

A escritora, poetisa e professora Geni Milanez relembra a ordenação do padre Talvaci Salustino, ocorrida em dezembro de 1959: "Eu fui a oradora oficial na festa da Mina Brejuí por ocasião da homenagem feita ao padre Talvaci pela sua ordenação e celebração da sua primeira missa, na igreja de Santa Tereza".

Geni Milanez conta que a matriarca da família Salustino, Tereza Bezerra, "bastante emocionada" em companhia do desembargador Tomaz Salustino, "fizeram questão de fazer essa homenagem ao neto, que desde pequeno se identificava como padre".

Como testemunha, Geni Milanez, que é descendente das famílias Ribeiro e Silva de Boa Vista e Várzea dos Evaristos, lembra que " foi a festa mais bonita e significativa para os operários da grandiosa mina".

Elisabeth Pereira 
Radicada há décadas no Rio de Janeiro, Elisabeth Pereira Soares (filha do saudoso casal Zilma Pereira e João Soares) 
disse o seguinte: "Lembro muito dele frequentando nossa casa. Mamãe tinha muito estima por ele".

O cerrocoraense Edilson Silva já havia comentado o post do blog CERRO CORÁ NEWS, aludindo que Talvaci Salustino é tio em segundo grau do padre Alcivan Tadeus Gomes, que por sinal é descendente de dois ramos da família Salustino pelo lado da mãe e do pai, dona Neidá e Noga Florêncio, já falecido. 

Já o colunista social de Florânia, Josimar Tavares citou no Facebook, o parentesco entre o padre Talvaci Salustino e o agrônomo Geraldo Gomes, falecido ex-prefeito de Currais Novos.

domingo, 14 de janeiro de 2024

Talvaci Salustino hoje é pároco de Felipe Camarão em Natal

Padre Talvaci Salustino 
Aos 88 anos, o padre Talvaci Salustino Soares continua em pleno exercício de atividade clerical em Natal, onde é pároco emérito da Paróquia de Nossa Senhora Auxiliadora, no bairro de Felipe Camarão, Zona Oeste da capital do Rio Grande do Norte. 

Nascido a 18 de abril de 1935 em  Currais Novos, padre Talvaci Salustino foi ordenado em 19 de dezembro de 1959, na cidade de Caicó.

Leitor assíduo do blog, Edilson Silva também lembra que padre Talvaci Salustino é tio em segundo grau do padre cerrocoraense Alcivan Tadeus Gomes, que recentemente foi nomeado bispo auxiliar de João Pessoa (PB) e cuja ordenação episcopal para exercicio da nova função no Clero ocorrerá na primeira semana de fevereiro em Caicó.

Fonte - site da Arquidiocese Metropolitana de Natal  


A despedida do padre Talvaci Salustino de Cerro Corá em 1966

Por Valdir Julião

As duas semanas de férias (dezembro de 2023) em Cerro Corá foram dias de muitas conversas com os conterrâneos. Destaco, por exemplo, a visita ao serviço paroquial da Igreja de São João Batista, onde fui muito bem recebido por Itamar Pereira, filho, que aquiesceu consulta aos livros paroquianos.

Numa pesquisa rápida, permitiu-se coletar uma relíquia, a despedida do padre Talvaci Salustino Soares, que deixava Cerro Corá depois de seis anos e meio para prestar serviços à paróquia de Cruzeta, na região do Seridó.  

O vigário Talvaci Salustino escreveu: "Espero ter cumprido o meu deve durante este período. Empenhei todos os meus esforços na construção tanto material como espiritual".

No texto datado de 31 de dezembro de 1966, o sacerdote ainda disse: "O que não consegui fazer, faço votos que o novo vigário consiga realizar, com a ajuda de Deus duma nova administração, planificação pastoral potencializar".

Finalmente, Salustino afirmava que procurou lançar uma semente, que "seja cultivada para que tenhamos futuramente frutos imorredouros".

Registro manuscrito da despedida de próprio
 punho do padre Talvaci Salustino

Uma visão paisagística de Cerro Corá

Comunidade Várzea dos Félix, acesso a partir do bairro Seridó, saída para Currais Novos

Comunidade Ipueiras situada na estrada de acesso à cidade de Bodó

Antiga torre da antiga Telern, na chã da Serra de Santana, já no município de Bodó

Panorama urbano de Cerro Corá com destaque para a Igreja de São João Batista

Registros fotográficos feitos pelas lentes de 'smartphone' a partir do restaurante mirante da Serra de Santana, que foi de propriedade de "Pipila", e que agora abriu um pequeno bar entre Ipueiras e o bairro Tancredo Neves, antiga Casa Velha, na rodovia estadual ligando Cerro Corá a Bodó. 

sexta-feira, 12 de janeiro de 2024

Falece Raimundo Florêncio

Raimundo era irmão do saudoso Valdir Bezerra

Raimundo Florêncio 

Raimundo Florêncio,  76 anos, deixa três filhos - Aristófanes, André e Amanda - e viúva a professora Anatilde Assunção, filha de Odilon Braga de Assunção e dona Anita Assunção, de tradicional família com raízes em Santana do Matos, e com quem casou em 30 de setembro de 1974, em Cerro Corá. 

Raimundo Florêncio era irmão do saudoso Valdir Bezerra, falecido em acidente automobilístico em janeiro de 1990, na BR-226 em Macaíba e que foi gerente da antiga empresa Bodominas,  cujo controle acionário passou às mãos do governo do Estado em meados dos anos 70, ocasião em que passou a ser funcionário da extinta Companhia de Desenvolvimento de Recursos Minerais do Rio Grande do Norte (CDM-RN).

Depois de trabalhar em postos de combustíveis em Cerro Corá, Raimundo Florêncio migrou para Mossoró, onde residia no conjunto Abolição III, depois de ingressar na extinta CIDA, a Companhia de Desenvolvimento Agropecuário do Rio Grande do Norte. 


Casamento de Raimundo Florêncio e Anatilde Assunção em 1974

Raimundo Florêncio trabalhou no projeto das agrovilas criado no governo Cortez Pereira (1971/1975), tendo atuado no atual município da Serra do Mel ao lado de outros cerrocoraenses como Apolônio, Mário Brasil, Cazuza, Severino Miguel, Paulo Canário, dentre outros.

Também era irmão do saudoso agropecuarista Valdenor Florêncio de Araújo, "Noga", falecido em 2013, que era casado com "dona Neidá". Outro irmão chamava-se Antônio Florêncio Neto, homônimo da mesma rua onde residiu os pais, que também moraram na rua Benvenuto Pereira de Araújo, onde hoje se situa uma unidade de saúde do município, próximo à praça Maria Luzia Guimarães. 

Era filho dos saudosos José Florêncio de Araújo e dona Chiquinha Bezerra de Araújo, que eram proprietários do sitio Araras e  residiam na casa atualmente pertence à Maria do Carmo Santos, situada ao lado do cartório judiciário de Cerro Corá. 


quarta-feira, 10 de janeiro de 2024

Falece "Dedé de Manoel Pequeno"

"Dedé de Manoel Pequeno"
Faleceu no Mato Grosso,  na região Centro-Oeste do Brasil,  o cerrocoraense José Paulino Dantas, 78 anos,  filho do saudoso "Manoel Pequeno", que morou com a família,  nos anos 60, 70 e 80 numa residência vizinha da casa de Chico Félix, na rua Sérvulo Pereira, centro de Cerro Corá. 

Era irmão de Tonheca e Compadre Doca (já falecidos), Assis e Dufanca, todos caminhoneiros, cunhados por exemplo de Chaquinha Guimarães e tios do ex-vereador José de Anchieta Medeiros. Eram suas irmãs Zilma,  Edite, Josefa e Maria. 

Dedé  nasceu em 12 de janeiro de 1944, na "Chã do Sítio" em  Cerro Corá, completaria 79 anos nesta sexta-feira (12) e não resistiu a um câncer, a família recebeu a notícia de sua morte pela manhã desta quarta-feira (10).

Filho de Manoel Paulino Dantas e dona Elvira Antônia Dantas, deixa viúva  Célia Regina Vital Dantas,  com quem casou em 1975, na cidade de Itumbiara,  Minas Gerais, três filhos e netos, inclusive uma médica.

Ultimamente, Dedé havia fixado residência em Jaciara, município com pouco mais de 25 mil habitantes, no sul do Mato Grosso. 

sexta-feira, 5 de janeiro de 2024

A estrada 'fantasma' para Pedra Branca

Trecho de rodovia estadual em Bodó está sem manutenção há décadas

Trecho da estrada para Pedra Branca tem boas condições de tráfego até o parque eólico

As construções de parques eólicos avançam nas regiões litorâneas e no sertão do Rio Grande do Norte, mas no sítio Pedra Branca, situado no município de Bodó, a comunidade não sentiu, ainda, o peso dos investimentos em infraestrutura proporcionado pela reestruturação da base energética. "Aqui não passa uma máquina patrol há mais de dez anos", reclama o morador João Maria Carvalho, que enviou fotos para o blog CERRO CORA NEWS, mostrando as condições do trecho da rodovia estadual RN-041.

João Maria Carvalho
João M. Carvalho diz que o trecho da rodovia "é praticamente intransitável", prejudicando o tráfego de veículos que procedem de Currais Novos e até da Paraíba, encurtando o acesso a Mossoró, também pegando um trecho da rodovia federal BR-104, ligando Cerro Corá ao município de Lages a Macau, na zona salineira do Rio Grande do Norte: "No mapa é asfalto, mais na verdade é isso que esta aí!"

A empresa de transporte Jardinense fez o trajeto entre as décadas de 70 e 80, mas devido a falta de manutenção da estrada, segundo Carvalho, desistiu do percurso, que agora é feito por um ex-motorista da Jardinense, o cerrocorarense Francisco Freire, há mais de uma década. 


Estreitamento da estrada com a erosão pluvial

Buracos aumentam com as chuvas ocasionais

Pedras afloram na estrada para Pedra Branca

Trecho da estrada assemelhado ao solo lunar