segunda-feira, 1 de junho de 2026

"Seridó: A Saga" terá lançamento de segundo volume dia 12 em Currais Novos

Cartaz de lançamento de segunda edição de "Seridó: A Saga"

Livro que preserva a memória, valoriza a identidade e eterniza a hsitoria da região do Seridó, será lançado às 19 horas da sexta-feira, na Escola Legislativa de Currais Novos, no centro da cidade, no prédio histórico que serviu de residência ao desembargador Tomaz Salustino.

O agronômo curraisnovense Manoel Pinheiro Neto, que é um dos organizadores da obra e tem raízes cerrocoraenses, informa que o segundo volume "Seridó: A Saga" terá 612 páginas, com valor de venda a R$ 105,00. O primeiro volume tem 466 páginas.

Manoel Pinheiro Neto disse que a data de lançamento do livro em Naral ainda será definida, mas a pré-venda já está em curso, e funcionará do mesmo jeito do primeiro volume: " Eu fiquei encarregado de fazê-lo em Natal. Vou divulgar posteriormente".

Com base no sumário e nas informações da obra fornecidos no documento, o livro reúne uma impressionante variedade de pesquisadores, intelectuais e cronistas dedicados a preservar a memória e a identidade da região do Seridó.

Abaixo, apresentamos as indicações sobre os participantes da obra, divididos entre os autores/colaboradores (que assinam os textos) e as personalidades homenageadas (biografados e guardiões da história local).

1. Autores e Colaboradores 

Estes são os pesquisadores e escritores que contribuíram com artigos, ensaios históricos, prosas e poemas para a coletânea:

Cícero José de Araújo Silva: Um dos colaboradores mais ativos da seção de "Histórias", registrando as memórias da maior Festa de Agosto de Acari (de 1867), o título de Acari como a cidade mais limpa do Brasil em 1973 e as cronologias do Gargalheiras.

Walclei de Araújo Azevedo: Contribui com pesquisas históricas e literárias sobre o rastro do algodão na região, o enigmático "Enterro de umbigo?" e uma análise sobre as Cartas dos Sertões do Seridó.

Bina Toscano: Traz a sensibilidade literária para a obra por meio de prosa poética e do texto Monólogo de um Vale.

Adauto Guerra: Responsável pelo resgate de episódios políticos e conflitos marcantes da região, escrevendo sobre a Intentona Comunista na Serra do Doutor e os rastros de sangue da Revolução de 30.

Sérgio Enilton da Silva: Escreve sobre as reminiscências do patriarca Coronel Caetano Dantas Correia e contribui para o caderno especial sobre Fernando Galvão.

Anderson Tavares de Lyra: Historiador focado em perfis biográficos de grandes vultos da região, como o Padre João Maria Cavalcanti de Brito e o Dr. Amaro Cavalcanti.

Ultimo Mariz & Luiz Mariz: Participam ativamente em diversas frentes, registrando conversas de alpendre (junto a Octávio Lamartine), além de biografarem figuras como Mãe Dondon, Maria dos Santos Silva (a "dona de ferro") e o Senador José Bernardo de Medeiros.

Outros colaboradores de destaque:

Adriano Campelo (escreve sobre os povos indígenas Tarairiús).

Janduhi Medeiros (relação entre o Seridó e Nova York).

Nathália Maria Montenegro Diniz McComarc (sobre os vetustos casarões rurais).

Flávio José de Oliveira (a imigração italiana no Seridó).

Jonaelson de Medeiros Galvão (a história da Igreja do Rosário do Acary).

Manoel Aprígio Araújo Neto (o ferro de marcar gado).

Antônio Medeiros Filho (as indumentárias do vaqueiro).

Humberto Hermenegildo (a cultura da rede de dormir).

Resilda Gomes de Azevedo Rocha (a arte de "tirar leite de pedra").

Maria Isabel Dantas (a culinária do chouriço sertanejo).

Celina Bezerra (sobre os doces filhós e puxa-puxa).

Conceição Nóbrega & Joselito Eulâmpio da Nóbrega (o Fogo da Pedreira).

Jesus de Ritinha de Miúdo (os "Especiais do Seridó").

Félix Medeiros (sobre Félix dos Garrotes).

José Roberto Bezerra de Medeiros (sobre o Capitão-Mor dos Remédios).

Luiz Fernando Pereira de Melo (sobre o Senador Padre Francisco de Brito Guerra).

Pe. Gleiber de Medeiros Dantas (sobre o Coronel Bebem da Oiticicas).

Galbi Saldanha (sobre o Coronel Quincas Saldanha).

Monsenhor Flavinho (sobre Dom Eugênio de Araújo Sales).

Netto Pinheiro, José Antônio Pereira Rodrigues, Gê Salustino e Maria Elza Bezerra Cirne (na seção de Guardiões).

Gustavo Sobral (escreve sobre Oswaldo Lamartine).

Josimar da Silva (Babah) e Kyvia Bezerra Mota (homenagens no caderno especial).

Lívio Oliveira (autor do poema "Seridó: Sertão Eterno").

Marise Adriana Mamede Galvão (homenagem póstuma a Celso Cruz).

2. Homenageados, Mourões e Guardiões (Sobre quem escrevem)

O livro também destaca figuras que se tornaram pilares (mourões) e defensores (guardiões) da cultura seridoense. Os participantes dedicam páginas a:

Fernando Antônio Bezerra Galvão ganha um Caderno Especial inteiramente dedicado a ele, sendo ovacionado como "O Garimpeiro da Genealogia" e "A Enciclopédia do Seridó" por sua imensa sabedoria sobre as famílias e a história da terra da scheelita.

Figuras Históricas e Patriarcas (Mourões): Grandes nomes da política, religião e sociedade, como o Coronel Caetano Dantas Correia, o Capitão-Mor Manoel de Medeiros Rocha, o Senador Padre Francisco de Brito Guerra, o Senador José Bernardo de Medeiros, o Dr. Amaro Cavalcanti, o líder religioso Padre João Maria e o influente Dom Eugênio de Araújo Sales.

As Matriarcas: Mulheres de forte impacto social, como Mãe Dondon (parteira e festeira) e Maria dos Santos Silva (conhecida pela alcunha de "dona de ferro").

Os Guardiões Intelectuais: Personalidades que protegeram a cultura local através das letras e das ações, como Genibaldo Barros, D. Júlia Medeiros, Sílvio Bezerra de Melo, o intelectual José Bezerra Gomes, Monsenhor Tércio, o genial Paulo Bala e o célebre cronista do sertão Oswaldo Lamartine.

Biografias e homenagens hinais: A obra ainda reserva espaço para uma breve biografia do ex-deputado, estadudl e federal e ex-prefeito de Natal, Álvaro Costa Dias, e uma homenagem póstuma a Celso Cruz

Atletas cerrocoraenses fazem "dobradinha" no Torneio Norte/Nordeste

 

João Arthur salta para dividir pódio

com cerrcoraense Idalberto Lima

João Arthur segue
colecionando medalhas


A saga de atletas cerrocoraense segue nas pistas de atletismo do pais. Durante o Torneio Norte-Nordeste ocorrido no fim de semana em Recife (PE), Idalberto Lima, representando a Federação de Atletismo de Pernambuco recebeu medalha de ouro por saltar 7,69 metros no salto em distância.

Já o representante da Associação Esportiva e Sócio-Cultural de Cerro Corá (Aesc), João Arthur Maranhão fechou a "dobradinha" no pódio, com a medalha de prata, saltando 7,50 metros.

Outro cerrocorenses a brilhar no Torneio N/NE, Robson Jean, com apenas 17 anos, foi campeão, obtendo recorde no salto com vara, saltando 4,55 metros.

O professor Edilson Oliveira disse que João Artur ficou "há sete centimentros de obter o índice para o  Mundial sub-20", mas já foi convocado pela Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) para competir no Ibero-americano-sub 20.