quarta-feira, 27 de abril de 2011

Fragmentos históricos de uma familia cerrocoraense II

Prezado Prof. João Felipe 

Sou assíduo leitor de seus blog, e admirador de seus magníficos registros e comentários.
Há algum tempo estou trabalhando na genealogia de meus genitores, e consequentemente, a minha própria. Hoje, graças principalmente a um parente próximo, que estuda a genealogia das famílias de Currais Novos há mais de 30 anos, já consegui catalogar mais de 11.000 nomes. No entanto, há um fato que me intriga muito, haja vista que não consigo encontrar a ascendência de meus bisavós materno.Para fazê-lo entender, eis minha ascendência materna: 
Sou filho de Marlene Galvão Pinheiro (Marlene Galvão Pinheiro de Oliveira) e Antônio Pinheiro de Andrade Sobrinho. 

Marlene é filha de Tomaz Teodomiro de Oliveira, e Idila Galvão de Lira (Idila Galvão de Oliveira, após o casamento). Subindo na ascendência de minha avó materna, teremos: 

Idila é filha de João Plácido de Lira (5/10/1886, Picuí-PB – 20/07/1977, Cerro-Corá, RN) e  Maria Galvão de Lira. Daqui em diante, as informações são escassas e incertas. Tenho somente a informação de que João Plácido é filho do casal Manoel Paes de Lira e Clara Maria da Conceição. É tudo o que sei de meu bisavô, além dele ser natural de Picuí-PB. De minha Bisavó, Maria Galvão, temos os seguintes registros (ou apontamentos, como preferir): 

Maria Galvão, filha de Vicente Galvão de Medeiros Filho e Joana Maria da Conceição. Vicente, filho de Vicente Galvão de Medeiros e Josefa Maria da Conceição.Finalmente, tenho que Vicente Galvão de Medeiros é filho de Joaquim de Medeiros, mas não tenho informação sobre o nome da mãe. 

Bom, o fato intrigante é que meu bisavô João Plácido de Lira, casou com minha bisavó Maria Galvão, em 20/09/1915, em Currais Novos. Ele, sabemos que veio da Paraíba, de Picuí, mas ela, não se encontra nenhuma ligação com nenhum membro da família Galvão de Currais Novos, que inclusive o meu avô materno, Tomaz Teodomiro, é um dos membros, descendente dos patriarcas Antonio Pires de Albuquerque Galvão e Guilhermina Francisca de Medeiros.

Já ouvi de algumas pessoas mais anosas, principalmente em Cerro-Corá, que minha bisavó, Maria Galvão, teria vindo também da Paraíba, de Picuí, mas, sinceramente, eu não estou convencido disso, porque é muito estranho que esse casal tenha contraído matrimônio em Currais Novos, já que os dois, supostamente seriam de Picuí-PB. 

Assim, peço encarecidamente ao prezado professor que, caso algum dos ancestrais de meus bisavós acima citados seja de vosso conhecimento, por favor me informar, a fim de que eu possa ter pelo menos um norte de como e onde buscar esse meu tronco familiar que, por ora, é uma grande icógnita. 

Sem mais, desde já levo ao conhecimento de V.Sa. que este que lhe escreve é um profundo admirador de seus estudos, pelo que o parabenizo antecipadamente. 
Atenciosamente, 
Manoel Pinheiro


http://trindade.blog.digi.com.br/2009/08/29/quem-pode-ajudar-genealogicamente-manoel-pinheiro/#comment-25982

2 comentários:

Manoel Pinheiro disse...

Prezado Valdir, cordiais saudações!
Primeiramente, parabéns pelo blog e suas postagens diversas, mas principalmente por aquelas que trazem notícias, curiosidades e homenagens a Cêrro-Corá, seus atuais e antepassados. Tenho imenso orgulho de minhas raízes fincadas neste rincão de terra, que não local do meu nascimento, mas de vários dos meus, e por longos anos, local de morada de meu pai, Antonio Pinheiro, que alí casou e deu origem aos meus dois irmãos, Sérgio (in-memória) e Antômar Galvão.
Por fim, meus sinceros agradecimentos pela transcrição deste texto, enviado ao Prof.João Felipe, e como comentário, apesar do apelo, até o momento ainda paira a dúvida acerca de meus antepassados citados na missiva.
Grande abraço!
Manoel Pinheiro (Netto)

José Valdir Julião disse...

Um prazer enorme em tê-lo como comentarista no blog, destinado a divulgar as coisas de nossa terra e resgatar a memória do seu povo. A diferença de geração me fez ser mais próximo do saudoso Sergio Galvão Pinheiro, estudamos juntos em Cerro Corá e depois na antiga Etfrn, ele fazendo Eletrotécnica, salva engano, e nós cursando Geologia.
Certamente, vai chegar a hora e o momento em que você vai poder resgatar mais alguma coisa da família do saudoso Joca Paz...
Um abraço e sucesso nas suas pesquisas...